Delírio são
Volto a sonhar
E penso que talvez já não precise tanto
Modificar meu pranto
Contido
Em um canto mais sonoro
Do que ao tédio
Desse meu lamento
Contínuo e insosso
Mas
Enquanto sonho,deliro
Divago em nuvens brancas
( tal qual é a lua na noite)
Nuvens que me levam
E enlevam os instantes
Que não tive antes ( ontem)
Um tanto quanto absurda
É a ideia
Da minha própria frase
Minha tese
De que as coisas não são
Assim reais como parecem
(é bem verdade que o real é tão real que se torna quase surreal!)
Mais ridícula forma
De pensar
Quem sabe,nem exista:
A consciência de saber
Que todo mundo
É comum,natural e normal
E eu,querendo ser real
Sou a minha
Mais imaginária imaginação.
Eu Conheço Alguém Que Morreu de Tanto Amar!
Eu te amo...
Mas, melhor do que eu possa querer amar você, Deus te ama ainda de uma maneira muito melhor do que a minha, pois te ama + do que o amor que eu, pessoalmente possa crer ser o + perfeito!
Ele entregou Seu Filho a ti e a mim por amor, e para isso, se entregou, morrendo por todos os nossos pecados, grandes e pequenos.
Você não precisa de + nenhum acessório para querer a Ele, em sua vida:basta reconhecer que,como todo ser humano,necessita desse amor que Ele lhe ofertou,na cruz.
E, a partir desta simples atitude,você será como eu sou: amada com um amor + do que perfeito!
sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Filipenses,1:27 ao 30
“Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de credes nele.”
Crer em Cristo não é difícil.
Crer em Cristo e padecer por Ele...Todos queremos?
Se tivermos como revelação que isto vem de uma graça concedida(e é exatamente o que Paulo afirma neste versículo)então será fácil aceitar o contexto exato dos três versículos,para então,utilizá-los de forma prática,em nosso cotidiano.
Muitos querem a glória de Deus em suas vidas. Alguns querem a unção proveniente dessa glória... Poucos buscam a graça,e com ela,o pacote completo(Filip.1:29 e II Tim.2:3 e 2:8,9).
Fico observando a cada um de nós,tentando encontrar Jesus em meio as nossas próprias características terrenas...
Muitas vezes percebo muito do caráter de cada apóstolo em nossas personalidades...,e isto é,vamos dizer assim,até natural. O especial seria encontrar a preciosidade de Cristo ultrapassando as barreiras de nossos próprios limites,e resplandescendo tanto em nós que até mesmo estas limitações passariam a ser imperceptíveis(ou inofensivas,pelo menos).
Humanamente falando,sempre estaremos aquém daquilo que o Senhor espera de nós...Mas,interiormente,podemos,e é nosso dever como Igreja)transformar o exterior. E podemos,com isso,modificar à nós mesmos,interagindo (com Deus) em sua vontade divina.
A Palavra nos declara que temos um Deus que traz à tona o que é invisível. Isto significa que temos um poder à nossa disposição que independe de nossas limitações humanas...
Glória a Deus,por isso!
Originado de: Recados e Glitters - Scraps para orkut
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Há algo de sublime,porém,perverso
Nos versos da poesia
Como cantar assim a felicidade
Se,na verdade,todos querem mesmo
Repartir sua dor?
Há algo de obscuro e ingênuo
Nas linhas escritas...
Palavras,expressões,vocábulos...
Verso,ritmo,som:suavidade.
O veludo perde em maciez
Para as palavras sinceras
Feitas pelo coração que ama.
Há algo de lindo e finito
Nas belas frases explicadas
Literal,ou simbolicamente.
Nos versos da poesia
Como cantar assim a felicidade
Se,na verdade,todos querem mesmo
Repartir sua dor?
Há algo de obscuro e ingênuo
Nas linhas escritas...
Palavras,expressões,vocábulos...
Verso,ritmo,som:suavidade.
O veludo perde em maciez
Para as palavras sinceras
Feitas pelo coração que ama.
Há algo de lindo e finito
Nas belas frases explicadas
Literal,ou simbolicamente.
Da mais alta janela da minha casa
Com um lenço branco digo adeus
Aos meus versos que partem para a humanidade.
E não estou alegre nem triste.
Esse é o destino dos versos.
Escrevi-os e devo mostrá-los a todos
Porque não posso fazer o contrário
Como a flor não pode esconder a cor,
Nem o rio esconder que corre,
Nem a árvore esconder que dá fruto.
Eis-los que vão já longe como que na diligência
E eu sem querer sinto pena
Como uma dor no corpo.
Quem sabe quem os lerá?
Quem sabe a que mãos irão?
Flor,colheu-me o meu destino para os olhos.
Árvore,arrrancaram-me os frutos para as bocas.
Rio,o destino da minha água era não ficar em mim.
Submeto-me e sinto-me quase alegre,
Quase alegre como quem cansa de estar triste.
Ide,ide de mim!
Passa a árvore e fica dispersa pela natureza.
Murcha a flor e o seu pó dura sempre.
Corre o rio e entra no mar e a sua água é sempre a
que foi sua.
Passo e fico,como o Universo.
(Fernando Pessoa)
Com um lenço branco digo adeus
Aos meus versos que partem para a humanidade.
E não estou alegre nem triste.
Esse é o destino dos versos.
Escrevi-os e devo mostrá-los a todos
Porque não posso fazer o contrário
Como a flor não pode esconder a cor,
Nem o rio esconder que corre,
Nem a árvore esconder que dá fruto.
Eis-los que vão já longe como que na diligência
E eu sem querer sinto pena
Como uma dor no corpo.
Quem sabe quem os lerá?
Quem sabe a que mãos irão?
Flor,colheu-me o meu destino para os olhos.
Árvore,arrrancaram-me os frutos para as bocas.
Rio,o destino da minha água era não ficar em mim.
Submeto-me e sinto-me quase alegre,
Quase alegre como quem cansa de estar triste.
Ide,ide de mim!
Passa a árvore e fica dispersa pela natureza.
Murcha a flor e o seu pó dura sempre.
Corre o rio e entra no mar e a sua água é sempre a
que foi sua.
Passo e fico,como o Universo.
(Fernando Pessoa)
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